Holofote
Dani Niero

Surreal define o casamento de conto de fadas de Aline Lilian Serafim e Antônio Cordeiro, sábado, na Catedral São José, com recepção para 400 pessoas. A Sociedade Recreativa Mampituba foi transformada num imenso jardim com milhares de flores, numa superprodução de bom gosto

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Holofote
Antônio Cordeiro e Aline Lilian Serafim protagonizaram na noite de sábado um casamento de raríssima beleza. O conto de fadas teve início na Catedral São José, com amigos e familiares testemunhando o sim e as bênçãos do Padre Antônio Júnior, que emocionou todos ao cantar, “Canção do amor talvez”, do Padre Zezinho.

A noiva, divinamente linda, adentrou a Catedral com um vestido clássico assinado por Ericka Thiesen. O noivo usou um terno Ricardo Almeida e os símbolos da união, as alianças, foram Cartier.

Irene Serafim estava radiante, impecável, com um vestido Luana Pawlick, que herdou o DNA da alta costura do pai Gesoni, e vem demonstrando transpor limites com seu grande talento.

Um painel gigante, com milhares de flores nobres, com um pantone em tons de rosa, do chá ao fúcsia, revestia a entrada do clube.  Enquanto no salão principal foi montado um enorme jardim suspenso, nas mesmas cores, com bougainvilleas, junto de cortinas de tafetá e seda pura, em composição harmônica com velas e pratarias, numa verdadeira obra de arte da cenografia.

O mestre Marcello Cabral e Paula Miranda, de Florianópolis, inovaram, transformando cada detalhe em único e singular, de forma luxuosa, e principalmente, sem esquecer a alma e essência da noiva, transmitindo toda sua delicadeza, romantismo  e bom gosto.

Os convidados, de A a Z da alta sociedade de Criciúma, Tubarão e região, estavam impecáveis, principalmente as mulheres, lindíssimas.

Quatro atrações nacionais, começando pelo Trio Titanium, Scheide e Vargas, Leandro Rizzi e Banda e Kaue Brasil, animaram a festa até o sol raiar.

Extraordinários: Titãs no AM Master Hall, em comemoração aos 50 anos da Unesc, foi o melhor show dos últimos tempos em Criciúma.  A banda que atravessou gerações fez milhares cantar em coro do começo ao final do espetáculo.


Reflexão: “O amor talvez se faça, de conflitos e paixões. Ou das cinzas que era palhas, resquícios, ilusões. Mas se eu viver mil anos, e então recomeçar. Lutando pelo amor, vais me encontrar”  (Padre Zezinho)    

@daniniero